Frases de Santos

Catequese › 09/11/2020

O Concilio Vaticano II e a Reforma litúrgica pós-conciliar

 

 

O pós-concilio compreende dois grandes períodos. O primeiro decênio, efervescente, pleno de realizações; o segundo de maior acomodação e, por vezes, apático.

No dia 4 de dezembro de 1963, exatamente quatrocentos anos depois do enceramento do concilio de Trento, o papa Paulo VI promulga a constituição Sacrosanctum Cncilium. Logo após promulgar a constituição litúrgica do Vaticano II, Paulo VI decidiu que era preciso começar a aplicação o mais rápido possível.

A reforma se deu com grande ardor e com um forte entusiasmo, sobre tudo no inicio. O trabalho de revisão, dirigida por uma serie de documentos, conheceu três fases: 1) a passagem do latim par as línguas modernas, esta fase foi de 1964 a 1967; 2) a publicação dos livros litúrgicos Revistos “segundo os decretos do Concílio Vaticano II” que foi de 1968 a 1975; 3) a adaptação dos livros litúrgicos às circunstancia das Igrejas particulares. O Papa João Paulo II, 25 anos depois de iniciada a reforma, a qualifica como fruto mais visível da obra conciliar.

No período de adaptação da liturgia no contesto de igrejas particulares se propõe com muita insistência o tema da enculturação. Com isto a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos santos observou a necessidade da criação de uma instrução para aplicar os artigos 37-40 da constituição Sacrosanctum Contilium, apresentando os critérios básicos e o modo de proceder nessa matéria. Esta instrução foi publicada no dia 25 e3 janeiro de 1994.

Referencia

BOROBIO, Dionisio. A Celebração na Igreja. V 1. Edições Loyola: São Paulo, 1990

MARTÍN, Julián López. A Liturgia da Igreja. Paulinas: São Paulo, 2006

 

Padre Leandro Couto

Comunidade Canção Nova

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